Mesmo míope, creio que continuo vendo o que quase ninguém vê.
Pretensão. Azar ou sorte. Nem sei dizer.
Eu queria ficar contente pelos motivos mais bestas possíveis, ser corriqueira, normal, nada além do que se espera, ou talvez, nem o que se espera. E sorrir sem motivo, andar distraída, fingir que não entendi ou não entender de verdade e não me preocupar nem um pouco por isso.
Eu queria não sentir todo o peso do mundo em minhas costas.
Eu queria jogar.
Mas perdi a aposta.
Me atrevo e comento:
Adaptação irreal e exagerada. Como eu, ué!
Ando lembrando de músicas dos Titãs, ultimamente. Não que eu goste. Nem sei, também.
Ah, eu também queria ganhar flores. Vai entender...
quinta-feira, junho 16, 2005
quarta-feira, junho 15, 2005
Números
Alguns estão de passagem, simplesmente. Não dizem nada, não nos dizem respeito. Nada mais do que um número sem propósito em qualquer estatística. Cerca de 52% dos brasileiros nunca foi a um museu de arte.
Alguns até lutam, para ter vez e voz. Nos preocupam. Por pouco tempo. Cerca de 980 famílias foram expulsas de seus lares para a construção da Barragem Cana Brava.
Alguns agem. Mesmo que a batalha seja árdua. E a guerra, extremamente difícil. Cerca de 30 mil reais pagos à direitistas, no chamado mensalão.
Números.
"A gente quer inteiro e não pela metade."
Alguns até lutam, para ter vez e voz. Nos preocupam. Por pouco tempo. Cerca de 980 famílias foram expulsas de seus lares para a construção da Barragem Cana Brava.
Alguns agem. Mesmo que a batalha seja árdua. E a guerra, extremamente difícil. Cerca de 30 mil reais pagos à direitistas, no chamado mensalão.
Números.
"A gente quer inteiro e não pela metade."
sexta-feira, junho 10, 2005
Pós
Meus problemas de visão vêm se agravando nos últimos dias. Nada que um ou dois graus a mais não resolvam.
A mais remota lembrança que tenho de minha avó paterna é dela, com a visão bastante debilitada por causa do diabetes, me pedindo para colocar o fio na agulha, e terminando um vestido para minha boneca.
São poucas as lembranças.
Extremamente valiosas.
A mais remota lembrança que tenho de minha avó paterna é dela, com a visão bastante debilitada por causa do diabetes, me pedindo para colocar o fio na agulha, e terminando um vestido para minha boneca.
São poucas as lembranças.
Extremamente valiosas.
quinta-feira, junho 09, 2005
Lanchonete
Morte (ou coisa parecida) ao Cheetos X-Burguer!
Além da embalagem, nem um tantinho atraente, é ruim demais.
Serve de aviso. Ou não.
Além da embalagem, nem um tantinho atraente, é ruim demais.
Serve de aviso. Ou não.
terça-feira, junho 07, 2005
quarta-feira, junho 01, 2005
Não tem explicação...
Sim. Seus olhos diziam bem mais do que queria dizer.
Oras, tímida como sempre fora, não queria que os outros percebessem quão nervosa estava.
Tremia quase que imperceptivelmente.
Era a primeira vez que estava diante dele. E ele esperava muito dela. Ansiosamente por ela. E a chamava.
Uma voz conhecida parecia querer tirá-la do transe que aquele encontro lhe causara.
Uma voz conhecida a chamava para a vida real. Inevitável. Normal.
Uma voz conhecida lhe tirara o encanto do silêncio.
Volta, meu bem. Volta. Que um dia a mais longe de ti, é mais do que posso suportar. Acorda. Acorda, por favor. Mais de mês que estás a dormir... Que sonhos podes ter?
Sim. Tais palavras diziam bem mais do que se queria dizer.
Sentimental e romântica, como sempre fora, não pode deixar de perceber a emoção nelas contida.
Não tremia. Seus sinais vitais mantinham-se estáveis, assim como durante os 39 dias passados na cama do hospital.
Uma voz conhecida.
A mesma que a chamara, que esperara ansiosamente. Que percebera o quão nervosa estava, através de seus olhos, naquele primeiro encontro, há tanto tempo.
Quis acordar, mas aos poucos percebeu já ser tarde. Gostara da idéia de poder reviver todos os bons momentos.
Voltou a dormir.
Sonhou.
E foi feliz para todo o sempre.
Oras, tímida como sempre fora, não queria que os outros percebessem quão nervosa estava.
Tremia quase que imperceptivelmente.
Era a primeira vez que estava diante dele. E ele esperava muito dela. Ansiosamente por ela. E a chamava.
Uma voz conhecida parecia querer tirá-la do transe que aquele encontro lhe causara.
Uma voz conhecida a chamava para a vida real. Inevitável. Normal.
Uma voz conhecida lhe tirara o encanto do silêncio.
Volta, meu bem. Volta. Que um dia a mais longe de ti, é mais do que posso suportar. Acorda. Acorda, por favor. Mais de mês que estás a dormir... Que sonhos podes ter?
Sim. Tais palavras diziam bem mais do que se queria dizer.
Sentimental e romântica, como sempre fora, não pode deixar de perceber a emoção nelas contida.
Não tremia. Seus sinais vitais mantinham-se estáveis, assim como durante os 39 dias passados na cama do hospital.
Uma voz conhecida.
A mesma que a chamara, que esperara ansiosamente. Que percebera o quão nervosa estava, através de seus olhos, naquele primeiro encontro, há tanto tempo.
Quis acordar, mas aos poucos percebeu já ser tarde. Gostara da idéia de poder reviver todos os bons momentos.
Voltou a dormir.
Sonhou.
E foi feliz para todo o sempre.
segunda-feira, maio 30, 2005
Elevator Beat
Eu acho a trilha sonora de Vanilla Sky simplesmente perfeita.
Enquanto isso, posts de uma só frase viram especialidade desse blog.
Eu melhoro. Tão logo melhorar dessa dor de cabeça absurda, causada por essa gripe infernal.
Sim sim. Eu tô dodói.
Enquanto isso, posts de uma só frase viram especialidade desse blog.
Eu melhoro. Tão logo melhorar dessa dor de cabeça absurda, causada por essa gripe infernal.
Sim sim. Eu tô dodói.
sábado, maio 28, 2005
quinta-feira, maio 26, 2005
domingo, maio 22, 2005
Deixa eu brincar de ser feliz...
O Show foi perfeito.
Me diverti imensamente.
Conheci pessoas lindas.
Ganhei três autógrafos e dois recadinhos para a Anna e consegui o que acreditava ser impossível: passar a apreciar ainda mais essa banda tão maravilhosa, que eu já gostava tanto.
Só quero uma coisa: mais um... mais um... mais um...
Uma ótima semana pra vocês.
Me diverti imensamente.
Conheci pessoas lindas.
Ganhei três autógrafos e dois recadinhos para a Anna e consegui o que acreditava ser impossível: passar a apreciar ainda mais essa banda tão maravilhosa, que eu já gostava tanto.
Só quero uma coisa: mais um... mais um... mais um...
Uma ótima semana pra vocês.
Diz quem é maior que o amor?
Me abraça forte agora, que é chegada a nossa hora
Vem, vamos além. Vão dizer
que a vida é passageira
Sem notar que a nossa estrela
vai cair.
(Conversa de Botas Batidas)
quarta-feira, maio 18, 2005
O Mundo aos Meus Pés
[Los Hermanos]
Composição: Marcelo Camelo
Nada parece tão só quando estás aqui pra me dar seu amor
Quando estás aqui pra me dar seu desejo
Meu bem você traz o mundo aos meus pés, mundo aos meus pés
És a rosa que brilha no sol
És estrela de luz sobre o ar
És o amor de mais pura emoção
És verdade entre o céu e o mar
E o mar não há de ir...
Embora pareça que estou apenas contando histórias de amor
Eu já não sabia mais como dizer que eu te quero tanto.
Brilhas como o sol...
És a rosa que brilha no sol
És perfume de rosa na mão
És a cura mais forte pra dor
És certeza entre o sim e o não
E o não amar você é
Loucura.
sábado, maio 14, 2005
Meio Iluminada
Estou com uma música na vitrola da mente há algum tempo. (às favas, iPod)
Eu gostaria de cantá-la, a plenos pulmões, pra que o mundo inteiro escutasse. Assim, alto. Pra ter certeza de que ela chegaria aos ouvidos de quem eu realmente quero que ouça, através de minha voz. Mas eu não canto nada bem, e não quero que os vizinhos me façam mudar, ou pior, se mudem. Então ela continua aqui dentro mesmo. Repeat. Repeat. Conheço cada nota. Cada palavra.
E tento entender por que ela me diz tanto.
Eu gostaria de cantá-la, a plenos pulmões, pra que o mundo inteiro escutasse. Assim, alto. Pra ter certeza de que ela chegaria aos ouvidos de quem eu realmente quero que ouça, através de minha voz. Mas eu não canto nada bem, e não quero que os vizinhos me façam mudar, ou pior, se mudem. Então ela continua aqui dentro mesmo. Repeat. Repeat. Conheço cada nota. Cada palavra.
E tento entender por que ela me diz tanto.
quinta-feira, maio 12, 2005
Pelo Google...
Eu sei que não dá pra entender patavinas do que ele diz. E isso prova que não fui sou só eu a surda/caduca/demente dessa história.
Talvez conseguíssemos entender, se o vocalista do Charlie Brown Jr tentasse cantar com a boca ao invés de ficar emitindo sons pelo nariz.
Aos fãs (da banda e do Google): a letra é "tamo aí na atividade".
Talvez conseguíssemos entender, se o vocalista do Charlie Brown Jr tentasse cantar com a boca ao invés de ficar emitindo sons pelo nariz.
Aos fãs (da banda e do Google): a letra é "tamo aí na atividade".
terça-feira, maio 10, 2005
domingo, maio 08, 2005
Contemplar o sol no teu olhar...
A Anna Júlia nasceu...
Fotos, autógrafos, entrevistas, etc e tal, só na segunda-feira.
Fotos, autógrafos, entrevistas, etc e tal, só na segunda-feira.
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